A Galeria Nacional de Arte (Ottawa) tem exposições temporárias de grande nível como a de Wanda Koop. A colecção de pintura renascentista e moderna da Europa é menos poderosa, com uma política de aquisições ao longo dos anos dependente do que há no mercado. A arte contemporânea canadiana, bem representada na Galeria, tem semelhanças estéticas e de movimentos artísticos aos de outros países. Cada época marca de modo indelével a cultura mundial, o que significa que não há particularismos regionais mas um cosmopolitismo internacional. Assim, torna-se relativamente fácil reconhecer as correntes artísticas.
>COLECÇÃO DE ARTE MANUEL DE BRITO
>”A hipótese de a prestigiada colecção de arte de Manuel de Brito sair de Oeiras, mais concretamente no Palácio Anjos (Algés), onde se encontra desde Novembro de 2006, tem sido ponderada pela viúva do notável galerista. Foi a própria quem o confirmou ao JR, embora salientando não ser esse o seu desejo. “Investi de alma e coração neste projecto e dá gosto ver os milhares de pessoas que já por ali passaram, incluindo tantas crianças que beneficiaram do nosso fabuloso Serviço Educativo, pelo que faz muita pena se tiver de quebrar esse movimento…”, lamentou Arlete de Brito, deixando claro, porém, que “para ficar tenho de ter condições”. Por causa das preocupações quanto ao presente e ao futuro do CAMB e ao cumprimento do acordo firmado com a autarquia, viúva e herdeiros de Manuel de Brito redigiram uma carta com o historial do processo e enviaram-na, no passado dia 24 de Janeiro, ao presidente da Câmara de Oeiras, Isaltino Morais” (Jornal da Região / Oeiras, nº 252 – 1 a 7 de Fevereiro de 2011, http://www.jornaldaregiao.pt/Oeiras.pdf).
>PRÉMIO EDP NOVOS ARTISTAS 2011
>Estão abertas, de 7 a 25 de Fevereiro, as candidaturas ao Prémio EDP Novos Artistas 2011, que apoia a criação e a promoção de valores da arte contemporânea, em especial artistas em início de carreira. Cada candidato seleccionado recebe uma verba de 2500 euros para a produção do trabalho artístico a apresentar na exposição colectiva de artistas nomeados. O vencedor final recebe 10500 euros. Criado em 2000 pela Fundação EDP, o prémio distinguiu talentos como Joana Vasconcelos (2000), Leonor Antunes (2001), Vasco Araújo (2002), Carlos Bunga (2003), Pedro Paiva e João Maria Gusmão (2004), João Leonardo (2005), André Romão (2007) e Gabriel Abrantes (2009). Mais informações sobre o prémio em www.fundacao.edp.pt e em www.facebook.com/EDPNovosArtistas.
EXPOSIÇÃO AS ÁFRICAS DE PANCHO GUEDES
De 17 de Dezembro de 2010 a 8 de Março de 2011, estará patente a exposição As Áfricas de Pancho Guedes, no Mercado de Santa Clara, em Lisboa. Organizada pela Câmara Municipal de Lisboa/Gabinete Lisboa Encruzilhada de Mundos e comissariada por Alexandre Pomar e Rui Mateus Pereira, a exposição reúne cerca de 500 obras de arte africana da colecção do arquitecto português Amâncio (Pancho) Guedes, reunida ao longo da sua vida profissional em Moçambique e na África do Sul.
“Iniciada e desenvolvida a partir dos anos 50 e 60, nas décadas em que a maioria das independências africanas se afirmam, a colecção releva-nos aspectos das várias Áfricas que então e hoje ainda coexistem e se confrontam. Abarca a tradição e a mudança, a aculturação colonial e a diferença local, em especial com atenção às originalidades culturais alternativas à uniformização moderna. Na pluralidade dos seus objectos, a colecção põe também em questão as fronteiras entre os géneros estabelecidos, da chamada arte tribal (que já foi arte primitiva e a que alguns chamam agora artes primeiras) às criações dos amadores e artistas outsiders. Com destaque especial para um grande núcleo formado pelas obras iniciais de Malangatana”.
UMA NOITE NO MUSEU DE SÃO ROQUE
UMA NOITE NO MUSEU DE SÃO ROQUE
ARCHITECTURE
“The rapid pace of change in Chinese urban landscapes has led to a resurge in interest in the architectural heritage of the “bourgeois era”. The Hungarian architect László Hudec, best known for the Grand Hotel in Shanghai (1931-34), is being rediscovered as a pioneer of Chinese modernism. János Gerle recalls the life and work of the technical and stylistic virtuouso” (János Gerle). Read more at Eurozine.
ARQUIVO DA TATE
“O arquivo da Tate celebra esta semana o 40.º aniversário com uma exposição de 40 objectos da colecção na galeria Tate Britain, distinguindo-se da mais conhecida Tate Modern, inteiramente dedicada à arte britânica. Uma caixa de pintura de William Turner, o caderno de notas do historiador de arte Keneth Clark da série da BBC “Civilização” e a nota de suicídio do pintor Keith Vaughan contam-se entre os objectos a expor” (Diário de Notícias).
FERNANDO PERNES
Fernando Pernes, primeiro director artístico da Fundação de Serralves (1987-1996), faleceu este fim-de-semana. Com 74 anos, dedicou toda a sua vida ao ensino e à crítica de arte.
Recordo-me dele, no começo da década de 1980, num curso livre sobre arte contemporânea. A sua leccionação era invejável, dados os conhecimentos que transmitia aos seus alunos. Da sua vasta e interessante obra, destaco Panorama da Cultura Portuguesa no Século XX, em três volumes, por si coordenada e editada pela Afrontamento.
Actualização (6.10.2010, às 19:26) – o jornal Público na edição de 6 de Outubro traz um artigo assinado por Luís Miguel Queirós, O crítico discreto a quem o Porto deve o seu museu de arte contemporânea, onde se escreve: “Natural de Lisboa, Pernes completou os seus estudos de arte em França e Itália, como bolseiro da Fundação Gulbenkian, tendo frequentado na Sorbonne os cursos do historiador e crítico de arte Pierre Francastel (1900-1970), tido como um dos fundadores da sociologia da arte. Estudou depois, em Roma e Florença, com Giulio Carlo Argan (1900-1992), cujas obras sobre a arte medieval e renascentista são ainda hoje uma referência. Segundo o referido comunicado da Fundação de Serralves, Fernando Pernes iniciou a sua actividade como crítico de arte na revista Vida Mundial, tendo depois colaborado em muitas outras publicações, como O Tempo e o Modo ou, já no início dos anos 70, a Colóquio-Artes, então dirigida por José Augusto-França. Da geração de críticos surgida nos anos 60, à qual pertencem também nomes como Rui Mário Gonçalves ou Sílvia Chicó, a relevância do seu trabalho foi reconhecida ainda nessa década, tendo-lhe sido atribuído, em 1965, o prémio de Crítica de Arte da Gulbenkian. [...] Antes do 25 de Abril de 1974, Pernes foi ainda presidente da secção portuguesa da Associação Internacional de Críticos de Arte e integrou a direcção da Sociedade Nacional de Belas-Artes, onde criou uma galeria de arte moderna e promoveu cursos de história de arte. Em 1973, radicou-se no Porto, que passará desde então a ser a sua cidade. Foi professor da Faculdade de Belas-Artes, responsável pelo suplemento de arte e cultura do Jornal de Notícias, e teve ainda cargos na RTP, logo após a revolução. Mas o seu grande objectivo, a partir de meados da década de 70, é dotar o Porto de um museu de arte moderna. Começa a lançar as bases desse projecto logo em 1975, quando assume a direcção do Centro de Arte Contemporânea (CAC) do Museu Nacional de Soares dos Reis. «Traz exposições da Gulbenkian e faz ele próprio uma programação muito importante», diz João Fernandes, que vê estes anos do CAC, entre 1975 e 1980, como «um excelente prefácio ao que veio a ser o Museu de Arte Contemporânea» de Serralves. Dos colaboradores com que Pernes pôde contra neste período, João Fernandes destaca Etheline Rosas, «uma pessoa com muita experiência, que trabalhara no Brasil com Mário Pedrosa, o fundador da Bienal de São Paulo». Em 1979, Pernes integra a Comissão para a Instalação do futuro Museu Nacional de Arte Moderna, que daria origem à Fundação de Serralves, da qual se tornou, como era justo e previsível, director artístico, cargo que manteve até 1996, quando foi substituído por Vicente Todolí”.
JUST WHAT ARE THE ARTS GOOD FOR?
O British Council, o Institute of Ideas e a Culturgest apresentam o debate Just what are the arts good for? Afinal para que serve a Arte?, no Pequeno Auditório da Culturgest no dia 6 de Outubro, das 18:30 às 20:00 (Rua Arco do Cego, Piso 1). A entrada é livre, mas os bilhetes deverão ser levantados na bilheteira da Culturgest (ao lado do Pequeno Auditório) 30 minutos antes do início do debate.
Can the slogan, art for art’s sake, mean anything without a language that allows us to talk seriously about the arts? Must they rebrand themselves as more directly useful in order to justify funding and attention? Speakers: Angus Kennedy head of external relations, Institute of Ideas, chair, IoI Economy Forum; Augusto Mateus, professor, ISEG, former Minister of the Economy, report author of The Cultural and Creative Sector in Portugal; Jorge Silva Melo, artistic director of Artistas Unidos, co-founder of Teatro da Cornucópia; Miguel Wandschneider, curator, contemporary art, Culturgest. Chair: Claire Fox, director, Institute of Ideas, panellist, BBC Radio 4’s Moral Maze.
Just what are the arts good for? is organised by the Institute of Ideas in partnership with Culturgest and in association with the British Council Lisbon. This discussion takes place in the run up to the Institute of Ideas’ sixth, annual two-day Battle of Ideas Festival. With over 70 Sessions, 350 influential and high-profile speakers, and over 2,000 people expected to attend, the Battle of Ideas aims to foster lively and thought-provoking debate on ideas shaping today’s society. This year’s festival covers a large range of topics including: politics, health and social issues, culture, international affairs, scientific evidence and education. Our satellite events, which include Just what are the arts good for? take place all over the UK, and internationally. For a full list of speakers, see: http://www.battleofideas.org.uk/index.php/2010/speaker_index. The Battle of Ideas Festival will take place 30 October and 31 October 2010 at the Royal College of Art, London. For tickets and more information, please visit: http://www.battleofideas.org.uk/. Battle Satellites are public discussions in which the audience is fully involved: not lectures or seminars; but conversations. The panel begins the discussion with opening remarks, then the audience joins in with comments and challenges as well as questions. The intellectual pressure is on speakers and audiences alike to understand the issues in question.
PRODUÇÃO E MONTAGEM DE EXPOSIÇÕES
Curso de Produção e Montagem de Exposições. Centro de Arte Manuel de Brito, Algés. 11, 12, 13, 25 e 26 de Outubro, 10:00-13:00, 14:30-17:30. O curso tem como objectivo ajudar os formandos a identificar os principais processos a ter em conta na Produção e Montagem de uma Exposição, tendo em vista os diferentes contextos expositivos e também o objecto-alvo da exposição. Pretende-se dar a conhecer as componentes que estão implícitas nas diferentes fases de Produção (desde a Pré-Produção à Exposição, em si), conhecendo questões relacionadas com: conceito do curador; tipologias de espaços; recursos materiais; sistemas de suporte e métodos de instalação; financiamentos, apoios e parcerias; empréstimos e seguros das obras; planos de divulgação e comunicação. O curso será composto por aulas teóricas e práticas, em contexto de sala de aula, com dinâmicas de grupo e análise de casos práticos; contando ainda com uma visita de estudo a um espaço expositivo. Inscrições até 4 de Outubro. Mais informações aqui.
EXPOSIÇÃO DE OBRAS DA COLECÇÃO ANTÓNIO CACHOLA
A exposição A Culpa Não É Minha — Obras da Colecção António Cachola é inaugurada dia 13 de Setembro, segunda-feira, às 19h30, no Museu Colecção Berardo. Opening of the exhibition A Culpa Não É Minha — Works from António Cachola Collection on Monday, the 13th of September, at 7.30 pm. Vernissage de l’exposition A Culpa Não É Minha — Oeuvres de la Collection António Cachola le lundi 13 septembre, à 19h30.
A Colecção António Cachola em depósito no MACE, Museu de Arte Contemporânea de Elvas, desde 2007, é apresentada agora pela primeira vez em Lisboa. Confrontando o entendimento das diferentes linguagens e tempos através de uma selecção de uma centena de obras, o comissário Eric Corne procura dar a conhecer a sua perspectiva do panorama artístico contemporâneo português por via desta emblemática colecção iniciada em 1990 e que conta já com cerca de 400 obras. Exposição patente até 9 de Janeiro de 2011. Exposição em colaboração com a Câmara Municipal de Elvas.
SORRIR MESMO QUE SEM DENTE
- Entre as atrações de outros estados estará o grupo Chão de São Paulo com a peça Ruas de Barros, o grupo Os Viralata de Cuiabá, com o espetáculo Os Viralata cantam Manoel de Barros. De Cuiabá também vem Cia de Arte Negus, com a peça Mímesis e de Campo Grande a Arte Riso Cia de Animação com dois espetáculos: De médico e lobo todo mundo tem um pouco e Manual de Barros, Desnudos Del Nombre com o espetaculo: QUEM DESMAFAGAFAR BOM MAROMBATEIRO SERÁ. De Dourados vem o TUDM Teatro Universitário de Dourados.A música terá o Chalana de Prata, a Orquestra Revoada Pantaneira, a banda Haiwana e o cantor gaúcho Felipe Catto, que vem fazendo muito sucesso principalmente na Internet. Os filmes sobre o poeta serão Caramujo-flor, de Joel Pizzini (1988), Wenceslau e a àrvore do gramofone, de Adalberto Muller (2008) e Só dez por cento é verdade, de Pedro Cézar (2008). O jornalista Marco Antonio de Rezende ministrará palestra sobre a boa escrita e a organizadora do FLIP, Alice Penna, frá uma mesa surpresa sobre o poeta (Sorrir mesmo que sem dente, de Driely Alves).
Driely Alves tornou-se recente seguidora deste blogue. Procurei saber alguma coisa sobre ela, o que os recursos cada vez maiores da internet nos permitem. Ela tem um blogue singular, feito de uma grande amizade pelo que faz. Copiei uma mensagem que escreveu em 10 de Janeiro de 2010, o que significa que o acontecimento a que se refere já se realizou. Passei para aqui igualmente uma imagem, de igual generosidade e poesia. Noto também como os corpos, os de todos nós, são frágeis e graciosos ao mesmo tempo. Haver quem anime a vida dos outros – contando histórias ou tecendo personagens que nos fazem rir e chorar – é uma actividade tão meritória!
CULTURA E ARTES
João Aidos é o novo director-geral das Artes, substituindo Jorge Barreto Xavier, que se demitira no final da semana passada. O novo director-geral é director artístico do Teatro Virgínia (Torres Novas) e já estava pensado pelo ministério como coordenador do projecto de activação da rede de cine-teatros.
Aquando da demissão do anterior responsável, o ministério da Cultura manifestara grande satisfação pela decisão. Esta atitude pareceu-me inusitada: de um servidor do Estado, espera-se prudência e respeito por anteriores responsáveis das estruturas do poder, mesmo com discordâncias, pois outros dirigentes virão no futuro a caucionar ou pôr em causa as decisões agora tomadas.
LANÇAMENTO DE LIVRO DE MARTA TRAQUINO
Ao final da tarde de hoje, foi lançado na livraria Círculo das Letras, o livro de Marta Traquino (à esquerda na imagem), A construção do lugar pela arte contemporânea, com apresentação de Idalina Conde, docente do ISCTE e sua orientadora de dissertação de mestrado agora editada pela Húmus.
Marta Traquino trabalha o sentido do lugar na condição contemporânea, analisando a instalação no espaço público e a arte pública. Retiro um parágrafo da sua obra: “O artista que trabalha com o espaço público enfrenta um contexto díspar do artista em espaços institucionais da arte. Nestes ele constrói o seu «lugar» a ser visitado por pares, comissários e críticos de arte e os interessados com hábitos de visita a exposições, por vezes com certo conhecimento pré-elaborado sobre o que vão ver. O espaço público é, pelo contrário, um espaço vivido, com outras histórias e memórias, lógicas de funcionamento e organização. Aí, a arte vai ao encontro das pessoas, surpreendendo-as no seu dia-a-dia, como forma específica de comunicação e interpelação” (p. 125). A autora trabalha com os conceitos de site-specificity (espaço-específico) (p. 28) e lugar habitado, de onde retira exemplos de projectos de arte pública realizados no âmbito da Expo’98 como o Jardim das Ondas, de Fernanda Fragateiro (p. 129).
A apresentadora da obra, Idalina Conde, falou sobre a auto-reflexividade dos artistas, um dos elementos paradigmáticos do pós-modernismo, referindo o próprio papel de Marta Traquino, artista de instalações e docente, já em fase de pesquisa de doutoramento.
CICLO NOITES UTÓPICAS
8 de Abril (quinta-feira), às 21:30, no Teatro-Cine de Torres Vedras, com entrada livre. Tema: Projectos de Intervenção Artística. Convidadas: Gisella Mendoza (Directora Artística do Grupo de Teatro do Oprimido de Lisboa) e Ana Mathiotte (Directora Artística do projecto Ritmical da Rua). Saber mais aqui e aqui.
PEDRO OLIVER
Expõe Kallabash, Les Paradis Artificiels na galeria “Por Amor à Arte Galeria” (rua Miguel Bombarda, 572, Porto), até 10 de Abril.
Nas lendas africanas, Kallabash é usado como equivalente ao mundo e à terra onde convivem as sociedades. A obra de Oliver fala-nos do respeito pela terra, dos valores da sociedade e da cultura. Os paraísos artificiais, que lembram Baudelaire, são impossíveis por si só mas procuram uma fórmula para completar uma falha ou gosto ou necessidade ou respeito.
MILLY POSSOZ
Milly (Emília) Possoz (1888-1968) integrou o primeiro modernismo português e é autora de uma vasta obra de ilustração, desenho, gravura e pintura. Nas décadas de 1920 e 1930, dedicou-se nomeadamente à ilustração na imprensa e participou em salões independentes e nas exposições da SNBA (Sociedade Nacional de Belas Artes). De ascendência belga, fez parte da sua formação artística em Paris, Bruxelas e Düsseldorf. A sua obra, agora patente na Fundação Arpad Szenes-Vieira da Silva, mostra uma artista de grande sensibilidade e fineza nos seus traços, quando observa momentos populares ou urbanos. Parte significativa da sua obra pertence à Gulbenkian e ao grupo hoteleiro Tivoli. A feliz imagem do cartaz reproduz uma fotografia com a artista em Paris em 1924, acompanhada do seu gato Fuji. Quando andei na escola primária, não imaginei que as ilustrações dela estivessem num livro que acompanhei durante o ano inteiro, o livro da segunda classe.
A ARTE NA FUNDAÇÃO EDP
António Soares defendeu hoje na Universidade Católica a sua dissertação de mestrado intitulada Fundação EDP: motivações e estratégias no apoio às artes. No vídeo, ele resume o seu trabalho.
JOANA VASCONCELOS
Joana Vasconcelos (Paris, 8 de Novembro de 1971) inaugura hoje, no Museu Colecção Berardo, em Lisboa, a sua primeira exposição antológica. Intitula-se Sem rede e é comissariada por Miguel Amado.
ILUSTRARTE
Ilustrarte 2009 (Bienal Internacional de Ilustração para a Infância) no Museu da Electricidade até 4 de Abril. Clicar aqui.
GOING SOUTH
“5 projectos que Bartolomeu Cid dos Santos tinha plantado nas mesas de trabalho de cinco artistas, qualquer que fosse a forma e a matéria de que fossem fabricadas, para levedarem até ser encontrada a sua forma final e a maneira de os mostrar. 5 projectos que estavam a ser desenvolvidos autonomamente por cada um deles enquanto iam tendo conhecimento, directo ou indirecto do estado da arte dos outros. 5 projectos que foram ficando adiados, pendurados na esperança de vida medida em voos de Bartolomeu em idas e voltas a Londres” (Manuel Augusto Araújo).
Exposição de Bartolomeu Cid dos Santos e Going South (John Aiken, Miguel Martinho, Samuel Rama, Ana João Romana e Valter Vinagre), no Centro de Arte Manuel Brito, Palácio Anjos, Algés, até 16 de Maio de 2010.
































