Arquivo para ‘Publicidade’

24 Abril 2011

BERTRAND

A Bertrand tem a mais antiga livraria aberta em todo o mundo, como foi declarado esta semana pelo Guiness, a funcionar desde 1732 no Chiado. Ontem, para festejar essa nomeação, alguns jornais, como Público e Expresso, traziam uma falsa capa com publicidade da Bertrand.

Tiro duas conclusões. A primeira é que a falsa capa era bonita. A segunda é que os jornais estão a editar publicidade em falsas capas. Que me lembre, está é a segunda campanha que vejo; a outra foi publicada simultaneamente no Público e no Correio da Manhã. O que pode querer dizer que a publicidade regressa aos media tradicionais.

24 Março 2011

>A PUBLICIDADE SEGUNDO CINTRA TORRES

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“Julgo que haveria uma solução eficaz para o problema da comunicação publicitária nos velhos e novos media, servindo bem as quatro partes interessadas na publicidade, isto é, os anunciantes, os publicitários, os media e os receptores: a criação de novos espaços próprios da publicidade no seio dos jornais online”, defende Eduardo Cintra Torres, em artigo de opinião para o Briefing.

29 Dezembro 2010

ISABELLE CARO

Em 1 de Outubro de 2007, escrevi aqui sobre Isabelle Caro, antiga modelo que sofria de anorexia e participou numa campanha da Benetton. Morreu a 17 de Novembro último, foi noticiado agora, pesando apenas 31 quilos.

3 Dezembro 2010

CAMPANHA DA TSF

Quem ouve a TSF ouve a verdade por trás das notícias é a frase chave da campanha de comunicação da TSF na imprensa e na televisão. A rádio pertence ao grupo Controlinveste, detentor de títulos de imprensa como Diário de Notícias e Jornal de Notícias.

9 Novembro 2010

PUBLICIDADE NA TELEVISÃO

“Em Outubro de 2010, foram exibidas 62 462 peças publicitárias nos ecrãs da RTP1, RTP2, SIC e TVI, considerando todos os tipos de publicidade à excepção das auto-promoções dos canais. Este montante equivale a uma média diária de 504 inserções de publicidade por canal. Face ao período homólogo do ano anterior, observou-se uma diminuição de 5.3% no número de inserções publicitárias comerciais” (Marktest).

9 Novembro 2010

PUBLICIDADE NA TELEVISÃO

“Em Outubro de 2010, foram exibidas 62 462 peças publicitárias nos ecrãs da RTP1, RTP2, SIC e TVI, considerando todos os tipos de publicidade à excepção das auto-promoções dos canais. Este montante equivale a uma média diária de 504 inserções de publicidade por canal. Face ao período homólogo do ano anterior, observou-se uma diminuição de 5.3% no número de inserções publicitárias comerciais” (Marktest).

1 Novembro 2010

TRABALHAR NUMA AGÊNCIA DE PUBLICIDADE

“A primeira mulher a presidir a uma agência de publicidade em Portugal, no grupo Ogilvy & Mather, já bem depois de Abril de 74, durante 26 anos, conta que nunca foi discriminada num meio eminentemente masculino” (Diário de Notícias). Ler mais.

28 Outubro 2010

A PUBLICIDADE SEGUNDO EDUARDO CAMILO

“A reflexão que agora propomos constitui o resultado das lições que temos vindo a proferir sobre a temática da publicidade, na licenciatura em Ciências da Comunicação e no Mestrado em Comunicação Estratégica: Publicidade e Relações Públicas da Universidade da Beira Interior. Os seus conteúdos também reflectem o trabalho realizado no âmbito das linhas de investigação “IPOCOM – Imagens e Processos de Comunicação” e “Informação e Persuasão” do Labcom e as iniciativas de reflexão e de dinamização científica, decorrentes da participação no Grupo de Trabalho de Publicidade & Comunicação da SOPCOM – Sociedade Portuguesa de Comunicação. Subjacente a este ensaio encontra-se a pretensão de conseguir responder a uma questão central: o que é a publicidade enquanto fenómeno de comunicação de massa?” (da introdução do livro de Eduardo Camilo, Homo Consumptor. Dimensões Teóricas da Comunicação Publicitária).

26 Outubro 2010

O FUTURO DA PUBLICIDADE

“A comunicação na era digital e o trabalho dos marketeers na recuperação da confiança na publicidade são os pontos de partida para a Conferência Anual da Associação Portuguesa de Anunciantes. O encontro, sobre o tema “Preparados para mudar?”, realiza-se no dia 4 de Novembro, no Forum Picoas, em Lisboa” (Diário de Notícias).

19 Outubro 2010

MERCADO PUBLICITÁRIO

“De acordo com o estudo Publicidade do Estado e audiências realizado pela ERC – Entidade Reguladora para a Comunicação Social, durante o ano de 2009 o mercado publicitário nacional representou, a preços de tabela, pouco mais de quatro mil milhões de euros. A fatia do Estado – sem contar com autarquias, instituições de ensino, tribunais, Presidência e Assembleia da República – ascendeu a 408 milhões de euros. O meio preferido pelo Estado para anunciar é a televisão – que tem uma quota de 83,68 por cento -, seguido de muito longe pela imprensa (10,32) e só depois pela rádio (6). O Correio da Manhã, do grupo Cofina, lidera o investimento publicitário estatal na imprensa, cabendo-lhe uma fatia de 30,16 por cento, seguido pelo Jornal de Notícias (18,96), Diário de Notícias (12,02), Expresso (10,76), Público (8,61), i (5,74) e Visão (4,32), Sol (4,01), Sábado (3,08) e Focus (0,86) e 24 Horas (1,48). A televisão, que entre 2008 e 2009 viu a sua facturação publicitária ao Estado subir de 332,7 milhões de euros para 341,7, tem na TVI o maior destinatário do investimento estatal” (Público).

17 Agosto 2010

A PUBLICIDADE SEGUNDO DOIS ESPECIALISTAS

O Diário Económico, na edição do dia 5 deste mês, pôs duas gerações de publicitários a falar sobre o sector: Vera Nobre da Costa (anterior presidente da Young & Rubicam) e Pedro Pina (presidente da McCann Erickson).

Com a actual situação de crise financeira, as empresas que procuram publicidade para as suas marcas e produtos, dentro de uma lógica de rentabilidade, tentam interferir no trabalho da agência e na qualidade do processo criativo. Além disso, para os dois publicitários, a nova geração aparece mal formada. Embora com o conhecimento das tecnologias e das redes sociais, perdeu-se o sentido da curiosidade.

A rentabilidade da área passa por consolidação, fusões e saídas de parceiros, em especial as pequenas agências. As mudanças são também evidentes a nível dos media (o glamour passa da televisão para a internet, que utiliza uma abordagem multiplataforma), com uma quebra nas áreas de marketing e media e aumento na considerada área de engenharia da comunicação.

26 Junho 2010

UM TIPO DE PUBLICIDADE

“Revista [título]. Promoção Você dá o Tom! Você escolhe o que quer ganhar. Sorte sua. Uma Scooter [marca] ou um curso de corte criativo e coloração na [empresa] em Londres. Na promoção Você dá o Tom, você escolhe o prêmio que mais combina com você. Pode ser um curso de corte criativo e coloração na [empresa] em Londres ou uma Scooter [marca]. Para concorrer basta responder à pesquisa no [sítio da internet]. Mande já suas informações e participe. A sorte é toda sua. E a escolha do prêmio também”.

23 Abril 2010

INVESTIMENTO PUBLICITÁRIO EM MARÇO DE 2010

Segundo a Media Monitor, a Euro RSCG foi a agência com mais investimento publicitário durante o mês de Março, com € 35,5 milhões, a preços de tabela, seguindo-se a Ogilvy & Mather (€ 28,9 milhões) e a Publicis (€ 23,9 milhões). Dos anunciantes, o primeiro é Unilever (€ 20,3 milhões), seguido pela P&G (€ 13,8 milhões) e a L’Oreal (€ 13,1 milhões) [fonte: Meios & Publicidade].

2 Janeiro 2010

CHANEL Nº 5

Audrey Tautou, protagonista de O fabuloso destino de Amélie Poulain (2001) e de O Código da Vinci (2006), também desempenhou o principal papel no filme Coco Avant Chanel (2009). Por isso, é a cara desta marca de perfume.

14 Dezembro 2009

IMAGEM DO EURO 2012

Hoje e em Kiev, foi apresentada a imagem do Euro 2012 (Polónia e Ucrânia), ganha pela agência portuguesa Brandia Central.

30 Agosto 2009

PUBLICIDADE


Regresso às aulas, shampô e férias em Portugal – eis alguns dos anúncios actualmente nos mupis de Lisboa. Os primeiros dois anúncios partem de caras conhecidas: Carolina Patrocínio (televisão) e Cristiano Ronaldo (futebol). Os outros mostram paisagens do país.

Da publicidade do Turismo de Portugal, retiro as frases: 1) 159 castelos – qual vai ser a sua próxima conquista?, 2) 26797 aldeias – que caminhos vai descobrir?, 3) 226 bandeiras azul – onde vai fazer o seu castelo?

28 Agosto 2009

CARTAZES POLÍTICOS

Os cartazes das campanhas eleitorais (legislativas e autárquicas) já estão nas ruas. Curiosamente, em Lisboa há uma preponderância maior de cartazes das legislativas, nomeadamente nas áreas de grande tráfego, e em muitas das cidades do país os cartazes de candidatos às câmaras têm mais impacto.

Da selecção de imagens a seguir, o único cartaz para as autárquicas engloba a coligação a que o Partido Comunista pertence. O cartaz do MPT é o mesmo das recentes eleições europeias. Em todos não achei qualquer elemento relevante quer em termos de ideias quer em termos estéticos, como aliás já vira e comentara os cartazes das europeias. Mas considero desastroso o cartaz do MMS. Falar da Conchichina remete para os imperialismos ocidentais e povos submissos e explorados no oriente (a Conchinchina foi a colónia criada por França no século XIX no sul da Indochina, onde ficam os actuais países do Laos, do Cambodja e parte do Vietname), e, ao mesmo tempo, espaço onde se poderiam enviar assassinos, criminosos e ladrões europeus, a par de políticos de oposição aos regimes. Além de que os desenhos dos líderes dos partidos parlamentares são horripilentas caricaturas. Não é um cartaz civilizado, mesmo que não se goste desses políticos, é um cartaz anti-sistema e simplesmente feio (nem sequer o posso rotular de piroso ou parolo).

[ver blogue dedicado ao assunto: Imagens de Campanha]

28 Agosto 2009

A VIDA DO QUEIJO LIMIANO

Na segunda-feira passada, dia 24, o jornal Público editou uma peça sobre os cinquenta anos do queijo Limiano (texto de Sara Dias Oliveira; infografia de Joaquim Guerreiro).

O texto começa assim:

  • Há mais de duas décadas que o Limiano é o queijo flamengo mais vendido em Portugal. Chamaram-lhe propositadamente “o feio” pelo seu aspecto tosco e ainda hoje é embalado à mão bola a bola. A receita, seguida à risca há meio século, foi criada por uma dupla de profissionais na arte de fazer queijo na fábrica Lacto Lima, em Ponte de Lima. A cada passo, o Limiano reafirma a sua posição de líder: acaba de ser eleito Sabor do Ano 2009 na categoria de queijo flamengo, pela segunda vez consecutiva, e de conquistar o prémio Superbrand pelo quarto ano sem interrupções.

Continua mais à frente:

  • O flamengo ocupa 40 por cento do mercado de queijo no nosso país. O Limiano detém 19 por cento da quota do flamengo, seguido do Terra Nostra, fabricado nos Açores pela mesma empresa, com 18 por cento. A Agros ocupa a terceira posição.


O produto da fábrica Lacto Lima, em Ponte de Lima foi comprado, em 1996, pelo grupo francês Bel (51%), e detido a 100% pelo mesmo grupo em 2004. Em 1999, passava a ser produzido em Vale de Cambra. A Bel Portugal comercializa ainda os queijos Terra Nostra, A Vaca Que Ri, Pastor, Loreto. A sua facturação atingiu cerca de € 120 milhões em 2008.

Além da história da marca de queijos, interessa-me o cartaz. A rapariga que aparece tem um penteado que nos leva ao tempo da criação do queijo. Lembra-nos as vedetas de cinema de finais da década de 1950, antes da ruptura estética da pop – e as fotos das nossas mães ou irmãs nesse tempo.

A rapariga está muito maquilhada, o que nos leva a querer saber a sua idade: 20 anos? Ou já fez 30 anos? É, simultaneamente, jovem e madura, pelo estilo clássico de roupa que veste. E também atraente e ingénua, olhando para nós com um sorriso que mistura coqueteria e franqueza.

Estas qualidades associam “genuinamente”, como diz a publicidade, rapariga e queijo. Ele próprio artesanal, logo ingénuo num tempo de automatismos, feio e deselegante mas com qualidades: O masculino (o queijo) combina com uma mulher bonita, certamente com actividade profissional mas atenta às coisas da casa, numa época em que a mulher se emancipava da servidão do lar, oposição de géneros que resulta numa confluência, numa fusão – “sempre juntos”.

22 Julho 2009

INVESTIMENTO PUBLICITÁRIO

Em Junho, o investimento publicitário face a mês homólogo do ano passado caiu 5%, para € 389 milhões (preços de tabela). A imprensa foi o meio mais afectado, seguindo-se a televisão. Os outros meios, mais pequenos em valores absolutos, registaram algum crescimento: cinema, rádio e outdoor.

Fonte: Meios & Publicidade.

7 Junho 2009

SENSIBILIZAÇÃO ATRAVÉS DE CARTAZES


Velhos cartazes da municipalidade de Pádua (Itália).

30 Maio 2009

PUBLICIDADE DE RUA

28 Maio 2009

OS NOVOS TERRITÓRIOS DA PUBLICIDADE

IV Jornadas de Publicidade 2009. Uma iniciativa do Grupo de Trabalho de Publicidade e Comunicação da SOPCOM.

Data: 5 de Novembro de 2009; Local: auditório IEC, Universidade do Minho (Braga); Organização: DCC – Universidade do Minho.

Temas para comunicações: Media digitais vs tradicionais, Planeamento estratégico, Eficácia na comunicação, Estratégias publicitárias nas redes sociais, Marketing viral, Media ambiente – o espaço como meio de comunicação, Publicidade de guerrilha.

O resumo das comunicações não deve ultrapassar as 500 palavras, com submissão até 30 de Junho de 2009. Contactos: Ana Duarte Melo (anamelo@ics.uminho.pt) e Sara Balonas.

17 Maio 2009

PUBLICIDADE DE RUA

Um novo jornal (i), uma peça de teatro a estrear (na Cornucópia), os cinquenta anos de um queijo (Limiano) – eis três anúncios nos mupis de Lisboa.

13 Maio 2009

O CARTAZ SEGUNDO DIEGO ZACCARIA


Em finais de 2008, Diego Zaccaria lançou o livro L’Affiche, Paroles Publiques, da editora Textuel. Com doutoramento em História, Zaccaria é director do Centre du Graphisme d’Echirolles, tendo criado o Mês do grafismo em 1990. Desde então, foram organizadas mais de 150 exposições por este centro. Zaccaria é ainda presidente da Rede europeia do cartaz e do grafismo de autor.

O livro tem uma centena de cartazes (de autor, publicidade comercial e cultural, propaganda política), com análise do sítio e do papel do cartaz na sua época, com aspectos e valores sociais e tecnológicos e lugar de história, memória e debate público, aberto a diversos significados. Onde revê a história mundial da criação gráfica, o impacto visual, a mensagem. Distingue dois períodos: da revolução francesa à Segunda Guerra Mundial, depois da Libertação.

Fico-me pela análise de quatro cartazes inseridos no seu livro, respectivamente de Alfred Leete (1914-1915), James Montgomery Flagg (1917), Seymour Chwast (1965) e Andrea Rauch (1994). O primeiro tem o rosto de lord Kitchener, chamando à mobilização dos britânicos para a Primeira Guerra Mundial: o apelo foi forte, resultando numa mobilização de 35 mil voluntários por dia. O vigor do cartaz reside na adequação entre a representação da autoridade e o texto que exprime ordem e autoridade (Zaccaria, 2008: 52). O segundo cartaz, muito inspirado no anterior, é um apelo aos americanos para se alistarem nas forças em luta na Segunda Guerra Mundial: o ilustrador junta traços fisionómicos de George Washington e Abraham Lincoln, dois pais fundadores dos Estados Unidos. A imagem do Tio Sam resulta numa autoridade mais representada. A terceira imagem, pertencente ao caricaturista Seymour Chwast, que deve muito à banda desenhada, à arte psicadélica de San Francisco e ao universo pop de Liechtstein, segue o Tio Sam de Flagg: End Bad Breath tornou-se um ícone da contracultura dos anos sessenta, uma época de protesto contra a guerra do Vietname. Na boca do novo Tio Sam, em lugar dos dentes, vêem-se aviões americanos a bombardear as florestas vietnamitas. A quarta imagem segue a terceira: agora em vez de bombas, a boca prende uma televisão, sátira de Rauch às eleições italianas de 1994, denunciando o poder de Sua Emittenza (jogo de palavras entre emizenza, designação dada a Silvio Berlusconi, e emittenza, emissão). Berlusconi detém a posse de canais de televisão (pp. 156-157).

10 Maio 2009

NONO ANÚNCIO DO PÚBLICO

Este é dedicado ao público do cinema, da música, do teatro e do livro, o público do “Ipsilon” (caderno semanal dedicado aqueles assuntos) (anúncio que vi na edição de ontem do jornal).

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